domingo, 12 de junho de 2011

AS PROFECIAS DE CHICO XAVIER



A Nova Era da Terra, neste caso, demoraria mais tempo para chegar com todo seu esplendor de conquistas científicas e morais, porque seria necessário mais um longo período de reconstrução de nossas nações e sociedades, forçadas a se reorganizarem em seus fundamentos mais básicos."

Segundo Chico me revelou, o que restasse da ONU acabaria por decidir a invasão das nações do Hemisfério Sul, incluindo-se aí obviamente o Brasil e o restante da América do Sul, a Austrália e o sul da África, a fim de que nossas nações fossem ocupadas militarmente e divididas entre os sobreviventes do holocausto no Hemisfério Norte. Aí é que nós, brasileiros, iríamos ser chamados a exemplificar a verdadeira fraternidade cristã, entendendo que nossos irmãos do Norte, embora invasores a "mano militare", não deixariam de estar sobrecarregados e aflitos com as conseqüências nefastas da guerra e das hecatombes telúricas, e, portanto, ainda assim, devendo ser considerados nossos irmãos do caminho, necessitados de apoio e arrimo, compreensão e amor.

Neste ponto da conversa, Chico fez uma pausa na narrativa e completou: "Nosso Brasil como o conhecemos hoje será então desfigurado e dividido em quatro nações distintas. Somente uma quarta parte de nosso território permanecerá conosco e aos brasileiros restarão apenas os Estados do Sudeste, somados a Goiás e ao Distrito Federal. Os norte-americanos, canadenses e mexicanos ocuparão os Estados da Região Norte do País, em sintonia com a Colômbia e a Venezuela. Os europeus virão ocupar os Estados da Região Sul do Brasil unindo-os ao Uruguai, à Argentina e ao Chile. Os asiáticos, notadamente chineses, japoneses e coreanos, virão ocupar o nosso Centro-Oeste, em conexão com o Paraguai, a Bolívia e o Peru. E, por fim, os Estados do Nordeste brasileiro serão ocupados pelos russos e povos eslavos. Nós não podemos nos esquecer de que todo esse intrincado processo tem a sua ascendência espiritual e somos forçados a reconhecer que temos muito que aprender com os povos invasores. Vejamos, por exemplo: os norte-americanos podem nos ensinar o respeito às leis, o amor ao direito, à ciência e ao trabalho. Os europeus, de uma forma geral, poderão nos trazer o amor à filosofia, à música erudita, à educação, à história e à cultura. Os asiáticos poderão incorporar à nossa gente suas mais altas noções de respeito ao dever, à disciplina, à honra, aos anciãos e às tradições milenares. E, então, por fim, nós brasileiros, ofertaremos a eles, nossos irmãos na carne, os mais altos valores de espiritualidade que, mercê de Deus, entesouramos no coração fraterno e amigo de nossa gente simples e humilde, essa gente boa que reencarnou na grande nação brasileira para dar cumprimento aos desígnios de Deus e demonstrar a todos os povos do planeta a fé na Vida Superior, testemunhando a continuidade da vida além-túmulo e o exercício sereno e nobre da mediunidade com Jesus."

Segundo Chico Xavier, o Brasil não terá privilégios e sofrerá também os efeitos de terremotos e tsunamis, notadamente nas zonas costeiras. Acontece que, de acordo com o médium, o impacto por aqui será bem menor se comparado com o que sobrevirá no Hemisfério Norte do planeta.

Outra decisão dos benfeitores espirituais da Vida Maior foi a que determinou que, após o alvorecer do ano 2000 da Era Cristã, os espíritos empedernidos no mal e na ignorância não mais receberiam a permissão para reencarnar na face da Terra. Reencarnar aqui, a partir dessa data, equivaleria a um valioso prêmio justo, destinado apenas aos espíritos mais fortes e preparados, que souberam amealhar, no transcurso de múltiplas reencarnações, conquistas espirituais relevantes como a mansidão, a brandura, o amor à paz e à concórdia fraternal entre povos e nações. Insere-se dentro dessa programação de ordem superior a própria reencarnação do mentor espiritual de Chico Xavier, o espírito Emmanuel, que, de fato, veio a renascer, segundo Chico informou a variados amigos mais próximos, exatamente no ano 2000. Todos os demais espíritos, recalcitrantes no mal, seriam então, a partir de 2000, encaminhados forçosamente à reencarnação em mundos mais atrasados, de expiações e de provas aspérrimas, ou mesmo em mundos primitivos, vivenciando ainda o estágio do homem das cavernas, para poderem purgar os seus desmandos e a sua insubmissão aos desígnios superiores. Chico Xavier tinha conhecimento desses mundos para onde os espíritos renitentes estariam sendo degredados. Segundo ele, o maior desses planetas se chamaria Kírom ou Quírom.

O próprio Emmanuel, através de Chico Xavier, respondendo a uma entrevista já publicada em livro nos diz que as profecias são reveladas aos homens para não serem cumpridas. São, na realidade, um grande aviso espiritual para que nos melhoremos e afastemos de nós a hipótese do pior caminho.
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Blog (Saindo da Matrix). :: Acid ::
contribuição de Magdalena Piga (redeaquarianabrasil)


sexta-feira, 10 de junho de 2011

O ENCONTRO DO AMOR COM A ALMA

EROS E PSIQUÊ

Identificado com Eros, o deus grego do amor, o deus romano Cupido encarnava a paixão e o amor em todas as suas manifestações. Segundo a mitologia romana, Cupido era filho de Vênus, a deusa do amor, e de Mercúrio, o mensageiro alado dos deuses. Logo que nasceu, Júpiter, sabedor das perturbações que provocaria, tentou obrigar Vênus a se desfazer dele, e para protegê-lo, a mãe o escondeu num bosque, onde ele se alimentou com leite de animais selvagens.

Cupido era geralmente representado como um menino alado que carregava um arco e um estojo com setas. Os ferimentos provocados pelas setas que atirava despertavam amor ou paixão em suas vítimas. Outras vezes mostravam-no em uma armadura semelhante à que usava Marte, o deus da guerra, talvez para assim sugerir paralelos irônicos entre a guerra e o romance, ou para simbolizar a invencibilidade do amor. Embora fosse algumas vezes apresentado como insensível e descuidado, Cupido era, em geral, tido como benéfico em razão da felicidade que concedia aos casais, mortais ou imortais. No pior dos casos, era considerado malicioso pelas combinações que fazia, situações em que agia orientado por Vênus.

Ignorado por Homero, Eros aparece pela primeira vez na Teogonia de Hesíodo, que o descreve como o mais belo dos imortais, capaz de subjugar corações e triunfar sobre o bom senso. Deus grego do amor e do desejo, Eros encerrava, na mitologia primitiva, significado mais amplo e profundo. Seu poder unia os elementos para fazê-los passar do caos ao cosmos, ou seja, ao mundo organizado. Inicialmente representavam-no como um belo jovem, às vezes alado, que feria os corações dos humanos com setas. Aos poucos, os artistas foram reduzindo sua idade até que, no Período Helenístico, a imagem de Eros é a representação de um menino, modelo que foi mantido no Renascimento

Cupido nos tempos primitivos é considerado um dos grandes princípios do universo e até o mais antigo dos deuses. Representa a força poderosa que faz com que todos os seres sejam atraídos uns pelos outros, e pela qual nascem e se perpetuam todas as raças. A mitologia grega não esclarece quem é seu pai, mas os escultores concordam em lhe dar Vênus por mãe, e é realmente muito natural que Cupido seja filho da beleza. O nascimento de Cupido proporcionou ao pintor francês Lesueur (1617-1655) uma encantadora composição: Vênus sentada nas nuvens está rodeada das três Graças, uma das quais apresenta o gracioso menino. Uma das Horas, que paira no céu, espalha flores sobre o grupo.

Segundo a lenda, Cupido tinha um irmão chamado Antero, que apesar de também figurar na mitologia como símbolo do amor recíproco, seria, na verdade, o deus vingador do amor rejeitado. Sobre seu nascimento conta-se que Vênus, ao se queixar de que seu filho Cupido continuava sempre criança, foi aconselhada a lhe dar um irmão, pois este, ao tirá-lo da solidão, certamente o ajudaria a crescer. E foi, realmente, o que aconteceu, já que após o nascimento de Antero, Cupido começou a se desenvolver e ficar robusto. Tornando-se adulto, ele também acabou sendo dominado pelo amor. O fato é que sua mãe Vênus, sentindo-se enciumada diante da beleza de Psiquê, uma jovem mortal, pediu ao filho que castigasse a moça. Cupido tratou de cumprir sua missão, mas ao constatar que a jovem era de uma formosura sem igual, acabou sendo vitimado pelo próprio veneno e apaixonou-se perdidamente por ela (ilustração). Eles acabaram se casando, mas Psiquê, por ser mortal, não podia olhar o rosto do amado, já que ele era um deus. Diante dessa situação embaraçosa, e após muitos problemas e desencontros vividos pelo casal por conta dessa limitação, os deuses resolveram transformá-la numa deusa, para que marido e mulher pudessem viver seu grande amor eternamente.


Texto Pesquisado e Desenvolvido por:
FERNANDO KITZINGER DANNEMANN
EXTRAÍDO DE: http://www.fernandodannemann.recantodasletras.com.br/visualizar.php...

publicado por Andrea Cortiano

www.portaldosanjos.ning.com

quinta-feira, 9 de junho de 2011

DNA, MÔNADAS E ALMAS GÊMEAS - Vera Helena Tanze


Olá amigos!
Quero dividir com vocês uma experiência maravilhosa que tive.
Era um lindo entardecer em uma cidade do litoral sul de São Paulo onde temos casa. Eu estava sentada numa montanha olhando o mar, e comecei a indagar ao Universo o que era ser parte do Um, afinal, as mensagens geralmente finalizavam com: TODOS SOMOS UM... o que seria, concretamente, isso?

Então, senti aquela paralisia que antecede as minhas comunicações com Eles e foi se formando em minha mente o símbolo do Infinito, que é um 8 deitado; conforme este símbolo foi se delineando, eu ia cada vez mais fortemente sentindo-me parte do Todo. Jamais conseguiria expressar em palavras o que é esta sensação! Eu estava em um estado de consciência alterado de tal modo que apenas o silêncio se aproximaria do que vivenciei... um silêncio pleno, alegre e sábio...

De repente, daquele símbolo, começou a se formar uma bolha gigante que respirava; ela como que inspirava e ao expirar, soltava muitas bolinhas menores que iam se espalhando pelo Cosmo, até que se subdividiam. Junto com esta imagem eu ia sentindo a mensagem (é assim que normalmente canalizo), a qual reproduzo a seguir:


As novas gerações da Terra, virão com o código genético alterado. Na verdade são 12 os filamentos no DNA e apenas 2 estão sendo utilizados. É como se os outros 10 estivessem adormecidos e agora começassem a ser ativados. A falha genética se instalou desde a queda do homem, ou a primeira raça Adâmica, dando origem à bipolaridade.

No futuro, vocês serão seres andróginos, pois esta é uma característica dos seres evoluídos. A Raça Dourada, que será a próxima geração a habitar a Terra, trará em si os princípios Alfa e Ômega equilibrados e integrados.
Quando é necessário que uma missão cósmica se realize, a fonte libera bolhas de Luz. São almas completas: 50% femininas ou Alfa e 50% masculinas ou Ômega. Houve uma época em que essas essências resolveram experienciar a tridimensionalidade, então as bolhas de Luz foram enviadas para a Terra e o véu do esquecimento desceu sobre elas, que se esqueceram de quem realmente eram... Ao chegarem à Terra esses seres de Luz eram andróginos até a queda do homem que bipolarizou estas consciências.

Adão, na verdade era um protótipo: Adan Kadmon ou raça Adâmica, que foi utilizado para que seres de outros sistemas pudessem povoar a Terra. Essa bipolaridade foi necessária para a evolução, possibilitando maior percepção dos sentidos, e para experimentar sentimentos que não conheciam, próprios da terceira dimensão tais como: paixão, ciúme, dor, solidão, ódio, ambição, etc. Para isto, pagaram um preço: o esquecimento de suas origens cósmicas.

Cada uma dessas bolhas de Luz se subdividiu em mais onze, totalizando doze que também se subdividiram em duas cada uma: macho e fêmea. Esta bolha maior é a Mônada. Assim, cada uma tem 24 subdivisões:12 machos e 12 fêmeas. Cada casal que se separou forma almas gêmeas e os correlatos são as chamas gêmeas.
Raríssimas são as almas gêmeas que encarnam no planeta ao mesmo tempo ou que estejam no mesmo grau evolutivo. Quando isto ocorre é porque elas têm uma missão especial de ancorar energia para uma Nova Era.

O Homem acresce o masculino na mulher e a mulher o feminino no homem, num equilíbrio perfeito (Yin/Yang).
Neste estágio eles se tornam UM a Serviço do Todo, Fonte Geradora Alfa e Ômega.

O caminho para esses seres parecerá mais solitário, mas, portadores de uma ativação consciencial maior, saberão optar, encontrando seus pares pela vibração, afinal, só os iguais se reconhecem... Cada célula de seus corpos possui seu Sol Central que é a energia de Cristo. Seu grande desafio é transmutar seus corpos carnais em matéria de Luz: a Presença EU SOU. Ela é representada em seus corpos físicos e astrais como uma pirâmide de luz dourada no seu 9° chakra que fica acima de vossas cabeças. Sintonizem esta energia pois ela fará a ancoragem da vinda do Messias Coletivo. Contamos com vocês.


Fiquem em paz. TODOS SOMOS UM.
Lenira, membro do Comando Ashtar.
Canalizado por Vera Helena Tanze
FONTE:
http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=2631

terça-feira, 7 de junho de 2011

A MATERNIDADE E A ASTROLOGIA - Mônica Horta

Sob o olhar astrológico a maternidade é muito complexa e não pode ser explicada apenas com uma referência ao signo solar, que é esse que todo mundo conhece. A maternidade vem do mundo da Lua, e todas as mães têm um pezinho lá. É o signo da Lua de uma mulher que diz que estilo de mãe ela vai representar.



Atenção: eu disse “o estilo”, não se elas são boas ou más. O céu não faz julgamentos. A decisão entre ser bom ou mau está no território do famoso livre-arbítrio.


Mas quando se fala a linguagem de um conhecimentos tão antigo como o da Astrologia, não dá para fugir dos arquétipos. Com o passar do tempo (milênios, é claro), todos os tipos viram arque tipos.


Sendo assim, vamos falar das mães e das suas Luas.


A maternidade vem do mundo da Lua, e todas as mães têm um pezinho lá. É o signo da Lua que diz que estilo de mãe a mulher será.


Pra começar: o Sol é aquilo que a gente quer, mas a Lua é o que a gente precisa.


A mãe que nasceu com a Lua em Áries pode ser tudo, menos passiva. Dependendo das suas escolhas: a primeira delas, o Sol que ela elegeu como seu, tanto pode ser uma eterna fonte de energia e de vontade de viver, como uma brigona autoritária. Um amorzinho... só não pode contrariar...


A mãe com a Lua em Touro é tranqüila, e já entra no jogo em vantagem. Diz a velha e sábia astrologia que a Lua está “exaltada” em Touro. Isso quer dizer que a mulher que tem essa Lua gosta de ser mãe. O único risco está em que ela sinta os filhos como sua propriedade.


A mãe com a Lua em Gêmeos, já é bem mais complicada. Mais nervosa, mais volúvel. Lê tudo o que se escreve sobre a maternidade, e a cada livro ou artigo lido, muda de orientação. Mas é também uma ótima companheira nas brincadeiras e se entende muito mais com os filhos depois que eles começam a falar. Para elas, o amor se resume em compreender e ser compreendido.


Já as mães com as Lua em Câncer se sentem tão confortáveis no papel de mãe como se sentem confortáveis na própria casa. Para elas, a maternidade é mais que um desejo, é uma necessidade. Mas tudo vai depender muito se elas foram ou não felizes com as suas mães.


A mãe com a Lua em Leão com certeza se orgulha da sua condição materna e vai sempre precisar ser aplaudida por isso. É bom que ela tenha encontrado espaço na vida para desenvolver a própria criatividade. Se isso não aconteceu, elas correm o risco de virar aquele tipo clássico de “mãe de artista”, que arrasta os pequeninos para todo o tipo de teste. Desde para o Bebê Jonhson, até o Teatro Municipal....


A mãe com o Lua em Virgem poderia ser a mãe perfeita, se não fosso o toque de obsessão com que ela complica a vida. Dela e dos filhos. Tem mania de limpeza e milhares de “nojos” que, às vezes, atrapalham a relação com os bebês. Fora isso, são ótimas e costumam cuidar muito bem de seus filhos.


E a mãe com a Lua em Libra? Essa às vezes é um pouco distante. Dependendo do Sol e do resto do mapa, vai mostrar mais ou menos a melancolia que vem de um vago sentimento de decepção com a vida. Esse é o tipo de mãe que mais idealiza os filhos e às vezes demora para ver exatamente quem eles são.


Já a mãe com a Lua em Escorpião é adrenalina pura. Para ela, o amor materno é pura paixão. Apesar de ser oposta às Luas de Touro, consegue ser tão ou mais possessiva do que elas. Só que esse sentimento dificilmente vai aparecer. Para elas, é claro. Para os outros é uma bandeira só. Mas são mães especialmente estimulantes.


As mães com a Lua em Sagitário são uma maravilha quando são felizes, e uma tragédia quando são infelizes. Todo mundo é um pouco assim, mas elas exageram. Tomara que a vida tenha dado espaço para um outro interesse que seja capaz de lhes fornecer a alegria de viver que é o alimento básico dessas mulheres que amam a aventura. Mesmo que seja só na imaginação.


Para as mães com a Lua em Capricórnio a maternidade é coisa muito séria. Mais do que ninguém, essas mulheres percebem a passagem do tempo e acabam sempre criando filhos fortes. Ou, pelo menos, elas querem muito que eles sejam assim. Dependendo dos outros planetas essa exigência pesada vai ser mais ou menos suavizada.


Já as mães com a Lua em Aquário são um problema sério. Elas precisam do mundo e costumam sofrer um bocado nos primeiros meses de reclusão que costumam acompanhar um parto. Assim como as mães de Gêmeos ou de Libra, costumam lidar melhor com os filhos adultos do que com os filhos bebês. Ou então é o contrário: só os filhos adultos conseguem realmente compreendê-las.


As mães com a Lua em Peixes têm, antes de tudo, uma missão de alívio, mas costumam cobrar um preço caro por isso. Para elas é praticamente natural se sacrificar por um filho, mas essa vítima pode ser muito difícil de carregar por quem foi beneficiado pelo sacrifício. Mas como são musicais essas mães. Como gostam de cantar para os filhos...


Voltando ao presente, nos dois sentidos, se quiser dar uma coisa boa para sua mãe, dê a ela um filho feliz. Esse é sempre o melhor presente que uma mãe pode receber.


Monica Horta é jornalista e astróloga

domingo, 5 de junho de 2011

ALMAS GÊMEAS

Antes que o tempo existisse, antes que o espaço fosse criado, tu e eu, já existíamos. Nascemos do amor eterno. Antes mesmo que as estrelas rolassem nos abismos siderais, antes que o mistério surgisse do nada, antes que houvesse corações para serem povoados de devaneios, nós já éramos um só ser, a mesma essência, uma só vida!



Um só coração, o mesmo fluxo de vida, as mesmas batidas, sístoles e diástoles, um mesmo pulsar, o mesmo anseio, o mesmo sentir. Nossa respiração provinha do mesmo pulmão, o mesmo alento, uma sustentação para duas unidades fundidas sintetizadas pelo mesmo amor, eterno, imorredouro, fagulhas de vida nascidas juntas no mesmo instante no seio do Criador!


Eu nunca direi tu és minha, isto seria apequenar um sonho, mas sempre te direi: eu sou teu, eternamente unidos no mesmo ser. Nascemos juntos, uma chispa divina, de um sonho do Criador, por isso somos gerados do amor, e para este enlevo, foram criados mundos e sois, constelações e galáxias, ofertas do Infinito amor do Deus Altíssimo!


Podemos estar unidos ou separados, no mesmo lar celeste, ou em globos distantes em outras constelações, mas o laço de amor que nos une não pode ser rompido jamais, se o pudesse seria o fim da vida e a vida é indestrutível. O que nasceu do amor, nunca pode morrer, sempre estará eternamente no amor!


Longe ou distante, presente ou ausente, eu sempre estarei povoando tua alma de sonhos e esplendores, plantando jardins floridos no santuário no teu mundo interno, colorindo de cores tiradas das alvoradas e dos poentes, para encantar teu coração!


Tua dor sempre será minha dor! Tuas lágrimas também serão sentidas no âmago do meu ser!


Ainda que separados sempre estamos juntos, acalentados pelo mesmo anseio, e unidos percorremos as estradas do infinito, na tristeza ou no enlevo, na dor da solidão ou nos momentos festivos de alegria, ou nos instantes esmaecidos!


Nada desejamos porque tudo é nosso. Nossa existência é nossa riqueza, ainda que se nada tivéssemos o cosmos nos pertence!Num instante de imaginação tudo podemos, todo o universo passa a ser nosso, e podemos ter tudo que quisermos, mas nada desejamos porque tudo já nos foi dado por Deus, como herdeiros do Seu amor!

Postado por ismael de almeida
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quinta-feira, 2 de junho de 2011

LAÇOS ENTRE ALMAS** - OMRAAM (Aïvanhov)



Questão: poderia desenvolver sobre os laços de almas em encarnação, tal como as almas irmãs, as chamas gêmeas, as almas complementares e como reconhecê-las?

Obviamente, poderíamos falar durante horas sobre isso.
Então, vou tentar, assim mesmo, fazer um resumo e dar a vocês elementos de forma sintética.

A primeira coisa a dizer é que, quaisquer que sejam as almas que os rodeiam, quer sejam elas irmãs gêmeas, complementares etc., etc..., hoje (mesmo se é muito agradável e por vezes desagradável sentir atrações de almas e, até mesmo, atrações de Espírito), não é preciso cair na armadilha da dualidade.
Quer dizer que lhes é preciso
se conceber como seres inteiros, totalmente sós, isso é extremamente importante.

Agora, efetivamente, devido ao fato de que os véus são levantados, que as distâncias que separavam as dimensões e os planos estão muito diminuídas, se preferem, vocês todos ouviram falar, ou mesmo viveram, experiências de ‘almas irmãs’, de ‘chamas gêmeas’, de ‘almas gêmeas’ e de ‘almas complementares’.

Obviamente, todos os reencontros que fizeram nesta encarnação, e, em primeiro lugar, tanto aqueles que vocês reencontram, como aqueles a quem vocês chamam os
genitores, são pessoas com quem vocês têm laços de alma extremamente específicos.
Acima, eu creio, fui suficientemente entendido, há muito tempo, não vamos voltar lá.
Ao contrário, com relação ao que você pergunta e que concerne preferencialmente aos reencontros que não estão ligados, «a priori», ao que chamamos as linhas hereditárias: um dia, você passeia, você assiste a uma conferência, você faz um seminário e, literalmente, você lampeja sobre uma alma que está lá, pouco importa a diferença de sexo, diferença de idade.
Há uma atração magnética, indescritível e que não é a mesma coisa que um amor à primeira vista no sentido sexual, mas, entretanto, há ali algo que é ainda mais forte.

Então, que isso quer dizer? Quer isso dizer que você deve deixar mulher, filho, família, para ir para esta Vibração que você reconheceu?

Não, porque o que chamamos
reencontros de almas, existem e existirão mais e mais.
Então, se a cada vez que você reencontrar uma Vibração que deslancha uma atração específica, você quebra tudo, isso vai fazer sobrecarregar os escritórios de divórcios, não é?
Então, é preciso prestar atenção.

A atração mostra uma
reconexão e um reconhecimento.
Além desse reconhecimento, quer isso seja uma ‘alma irmã’, quer seja uma alma com a qual há um contrato, que seja, ainda mais alto, o que chamamos as ‘chamas gêmeas’, jamais lhes foi pedido de se colocar juntos e viver juntos ou ter uma Vida específica juntos, não.

O que vocês têm a apreciar e a viver, é a
reconexão em si, ou seja, a possibilidade de conectar uma parte de vocês que vocês ocultaram.
Não é preciso ver o outro como um objeto de desejo, eu diria, ou um objeto com o qual vocês vão construir grandes ideais, mesmo se, por vezes, há contratos de almas.

Há ‘almas irmãs’ que têm necessidade de caminharem, em alguma parte, juntas.
Mas quando eu digo
alguma parte, não é estabelecer uma relação sexual ou amorosa ou privilegiada, se querem.

Isso deve, ao contrário, abri-los ainda mais porque, aliás, as pessoas que têm esta sensibilidade às almas irmãs e às almas complementares, quando é a primeira vez, elas acham que isso é mágico.

E depois, elas vêem que a experiência se reproduz todos os anos e, aí, elas começam a dizer "Uau, que acontece? Não vou mesmo quebrar meu meio de Vida todos os anos" e elas têm toda razão.

Vocês têm simplesmente que
viver a experiência da Vibração e da energia desta reconexão específica.

Então, as almas que são ‘complementares’, são as almas cujas cores são diferentes e elas têm a impressão que podem se aninhar juntas, mas elas não têm carma juntas.
É uma reconexão que está além, eu diria, da encarnação.
É algo que se situa lá acima e não aqui, não nesta dimensão.

As ‘almas irmãs’ são almas que frequentemente caminharam, lado a lado, em papéis diferentes: irmãos, irmãs, amantes, maridos, mulheres e ascendentes, descendentes ou relações profissionais importantes, relações fortes nesse nível.
Essas almas irmãs se reencontram muitas e muitas vezes e
não é fácil viver com uma alma irmã, contrariamente ao que se poderia crer.

A Vida a mais simples, é a Vida em que as almas não têm um contrato de almas, mas uma
missão espiritual, independentemente de qualquer relação como alma irmã, alma gêmea ou chama gêmea ou alma ligada por um contrato porque há, nesse nível, uma liberdade e um respeito e uma relação que se situa pela ligação espiritual e não mais por qualquer relação carnal, afetiva ou de dependência.

A maior parte das relações de ‘almas irmãs’ são de fato relações de dependência que, mesmo se elas desabrocham, conduzem, como o sabem, de maneira por vezes discordante, a uma confusão.  É muito importante compreender.

Agora, as ‘chamas gêmeas’, são, aí, uma reconexão que se faz bem além da matéria, quer dizer,
são almas que saíram da mesma Fonte ou da mesma ejeção da Fonte com relação à constituição primária de sua chama de Espírito, ou seja, de seus corpos de Luz ou seus corpos de Existência [corpos de Estado de Ser].
Mas isso não significa, em caso algum, que há uma relação a estabelecer num plano formal.
Recordem que são
reconexões vibratórias que são destinadas, antes de tudo, a lhes render ao que vocês são, na inteireza, porque vocês são inteiros a vocês totalmente sós, eu lhes asseguro, mesmo se, por vezes, seja realmente sedutor olhar-se no olhar do outro, admirar-se ou detestar-se, também, no olhar do outro.

O animal humano é um animal social, mas o que vocês chamam casal é algo específico desta dimensão, e que ilustra a dualidade.



Trecho extraído da mensagem do Amado OMRAAM (Aïvanhov) no site francês:


Versão do francês: Célia G. http://leiturasdaluz.blogspot.com
Transcrição e edição: Zulma Peixinho - http://portaldosanjos.ning.com