Banana:contra a ansiedade
Se você anda mais ansioso que o normal, aposte na banana para elevar os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais. Aí você fica irritada e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam poderosíssimas na produção da serotonina.
Quanto consumir: 2 unidades por dia
Mel: pura alegria
Triste sem motivo? De novo a causa pode ser a serotonina de menos. Nesse caso, o mel funciona como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua. Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal. Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino.
Quanto consumir: 1colher (sopa) / dia.
Abacate: amigo do sono
Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer exercícios. Tem noite que o sono não vem? Põe fé no abacate. Tudo bem, ele tem gordura, mas é boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor o travesseiro. A vitamina B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono. Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem. Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x / semana.
Salmão: levanta o astral
Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato. O representante oficial dessa gordura amiga é o salmão. Mas existem outros peixes (atum, aranque e sardinha) que jogam seu astral lá para cima. O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina - substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. Estudos também comprovam que este ácido graxo tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso central.
Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.
Lentilha: afasta o medo
Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos.
Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana.
Nozes: mantém você concentrado
São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória.
Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana.
Chá verde: espanta o estresse
Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e acabam desorganizando o funcionamento do organismo. O estresse é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos, melhora a digestão e deixa a mente lenta.
Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.
Brócolis: deixa a mente esperta
É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente, melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho.
Quanto consumir: 1 pires / dia.
Clorela: controla a preocupação
Comportamento obsessivo pode ser sinal de que as células do organismo estão desvitalizadas. A alga clorela funciona como um poderosíssimo reparador celular, melhorando as funções fisiológicas e o sistema imunológico. E mais: contém vitaminas (B3, B6, B12 e E) e minerais (cálcio, magnésio e fósforo) e aminoácidos (triptofano) que ajudam a estabilizar os circuitos nervosos, acabando com a aflição e aumentando a sensação de conforto.
Quanto consumir: de 2 a 4g / dia (cápsula)
Óleo de linhaça: dribla o apetite voraz
O óleo extraído da semente de linhaça e prensado à frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a cumpulsão a comida fica bem menor. Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.
Gérmen de trigo: acaba com a irritação
Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade.
Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.
Tofu: espanta o desânimo
O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma boa dose de cálcio. Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas que participam de produção de energia) e ferro (combate a anemia). Quando estes minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca e sem ânimo. Mas é a colina, substância que protege a membrana das células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço mental. Quanto consumir: 1 fatia média / dia.
Dr. Luiz Carvalho - Nutrólogo e Nutricionista
Gabriela Zanatta Port - Nutricionista
Clínica Nutrissoma: Porto Alegre-RS
Fone (0xx5l) 3361-4012 -
Através da compreensão, adquirida pelo conhecimento de suas escolhas precedentes, em outras vidas, você encontrará finalmente as explicações para determinadas posturas, decisões e preferências atuais.Além de se identificar com algumas repetições e rejeições, relativas ao seu antigo padrão de comportamento. Este conhecimento ajudará você promover as eventuais necessidades de ajuste ao seu perfil, além de estimular o reconhecimento, e posterior aproveitamento, dos potenciais herdados.
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domingo, 13 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
DICAS DE NUTRIÇÃO
• Mastigar bem os alimentos comendo bem devagar para facilitar a digestão, aproveitando também a oportunidade de saborear cada alimento. A mastigação também libera odores próprios que são sentidos pelo olfato, indo até o cérebro levando a saciedade.
• Procure iniciar suas refeições com o prato de saladas porque as fibras contidas nele provocam saciedade, levando a comer uma menor quantidade de outros alimentos mais calóricos.
• Evite beliscar nos intervalos das refeições.
• Evitar fazer refeições assistindo televisão, lendo, conversando ou qualquer outro tipo de atividade. É importante um ambiente tranqüilo para as refeições.
• Evitar temperar saladas com óleo e maionese. Utilize alho, limão, vinagre, cheiro verde e azeite extra-virgem.
• A prática de exercícios é bastante saudável, promove a queima de calorias e favorece o controle da glicemia.
• Deve-se ingerir bastante líquido ao longo do dia (no mínimo 2 litros), porém evite fazê-lo durante as refeições, obedeça ao horário de 30 minutos antes e 30 minutos depois.
• Evitar o uso de gordura animal, pele, creme de leite, maionese, bacon ou torresmo. Prefira óleo vegetal (soja, milho, azeite, girassol, canola), porém em quantidades moderadas, pois 1 grama de qualquer óleo equivale à 9 calorias.
• As frituras devem ser reduzidas e substituídas por preparações grelhadas, assadas ou cozidas.
• Prefira carnes magras, frango e peixe sem pele, retirando toda a gordura que enxergar.
• Evitar carboidratos (arroz, massas, etc) após às 18 horas.
• Alimentar-se no mínimo de 3 em 3 horas.
• Procure iniciar suas refeições com o prato de saladas porque as fibras contidas nele provocam saciedade, levando a comer uma menor quantidade de outros alimentos mais calóricos.
• Evite beliscar nos intervalos das refeições.
• Evitar fazer refeições assistindo televisão, lendo, conversando ou qualquer outro tipo de atividade. É importante um ambiente tranqüilo para as refeições.
• Evitar temperar saladas com óleo e maionese. Utilize alho, limão, vinagre, cheiro verde e azeite extra-virgem.
• A prática de exercícios é bastante saudável, promove a queima de calorias e favorece o controle da glicemia.
• Deve-se ingerir bastante líquido ao longo do dia (no mínimo 2 litros), porém evite fazê-lo durante as refeições, obedeça ao horário de 30 minutos antes e 30 minutos depois.
• Evitar o uso de gordura animal, pele, creme de leite, maionese, bacon ou torresmo. Prefira óleo vegetal (soja, milho, azeite, girassol, canola), porém em quantidades moderadas, pois 1 grama de qualquer óleo equivale à 9 calorias.
• As frituras devem ser reduzidas e substituídas por preparações grelhadas, assadas ou cozidas.
• Prefira carnes magras, frango e peixe sem pele, retirando toda a gordura que enxergar.
• Evitar carboidratos (arroz, massas, etc) após às 18 horas.
• Alimentar-se no mínimo de 3 em 3 horas.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
NUTRIÇÃO E SUBSTITUIÇÕES MUITO VÁLIDAS !!!
1 Pão francês por integral Eis uma forma de começar o dia protegendo as artérias. A massa integral presenteia o organismo com boas doses de fibras. Esse ingrediente serve de alimento a bactérias aliadas que moram no intestino. Bem nutridas, algumas delas fabricam mais propionato, uma substância que tem tudo a ver com os níveis de gordura na circulação. Ao chegar ao fígado, ela diminui a produção de COLESTEROL, explica a gastroenterologista Jacqueline Alvarez-Leite, da Universidade Federal de Minas Gerais. Com isso, cai também a quantidade dessa partícula no sangue.
2 Leite integral por desnatado Esse esquema garante a entrada do cálcio, tão caro aos ossos, sem um bando de penetras gordurosos. A bebida desnatada tem o mesmo teor do mineral, com a vantagem de ostentar menos ácidos graxos saturados. O excesso desse tipo de gordura eleva os níveis de LDL, a fração ruim do colesterol. Isso porque reduz o número de receptores que captam LDL nas células”, ensina a nutricionista Ana Maria Pita Lottenberg, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Se esse mecanismo não funciona direito, o colesterol vaga no sangue, pronto para se depositar na parede das artérias.
3 Óleo de soja e outros por azeite O ganho dessa troca vem da combinação entre gorduras benéficas e antioxidantes que povoam o óleo de oliva. Uma de suas vantagens é fornecer doses generosas de ácidos graxos monoinsaturados. Eles não aumentam os níveis de LDL e ainda ajudam a erguer um pouco as taxas de HDL, o colesterol bom”, afirma o cardiologista Raul Dias dos Santos, do Instituto do Coração de São Paulo. Além disso, os compostos fenólicos do azeite evitam a oxidação do colesterol, fenômeno que propicia a formação das placas”, completa Jorge Mancini, diretor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo.
4 Pizza de mussarela pelas de vegetais A ideia pode não agradar aos fãs mais puristas das pizzarias, mas presta um enorme serviço aos vasos sanguíneos. Deixar camadas e mais camadas de queijo de lado de vez em quando significa podar gordura saturada do cardápio. Como você viu, ela protagoniza o disparo do LDL, o tipo perigoso do colesterol. Substituir a mussarela ou a quatro queijos pelas redondas cobertas de vegetais é uma saída para degustar pizzas sem receio. Opções não faltam, vale pizza de escarola, de rúcula, de brócolis e até de abobrinha. E elas oferecem um bônus: pitadas de fibras e antioxidantes.
5 Salgadinhos por castanhas Essa troca é destinada àquele momento em que pinta a fome no meio do dia. Solução fácil, mas nada saudável, seria recorrer aos salgadinhos ou biscoitos recheados, petiscos que costumam contar com gordura trans em sua receita. Ela não só faz aumentar o LDL como ainda contribui para derrubar o HDL”, alerta Ana Maria Lottenberg. Para escapar da malfeitora, aposte nas castanhas e nas nozes - legítimos depósitos da gordura monoinsaturada, que faz exatamente o trabalho oposto. As oleaginosas ainda são fontes de antioxidantes”, lembra Jorge Mancini.
6 Cereais açucarados por aveia A aveia tem fama de ser um dos cereais mais nutritivos do planeta. Por isso merece um espaço logo no café da manhã - seja na forma de flocos, seja no mingau. Um estudo da Universidade Federal de Santa Catarina comprova, mais uma vez, sua capacidade de cortar a gordura que sobra no sangue. A aveia é rica em betaglucanas, fibras fermentadas no intestino e capazes de regular a síntese de colesterol”, explica a autora, Alicia de Francisco, que também é coordenadora para a América Latina da Associação Americana de Químicos de Cereais. Observamos que elas ainda aumentam o HDL.”
7 Bauru por peito de peru e queijo branco Calma, não pretendemos condenar ao ostracismo um lanche tão tradicional como o bauru. O problema é que ele deixa a desejar se as taxas de colesterol já rumam aos céus. Basta averiguar seus ingredientes: queijo prato e presunto, redutos de gordura saturada e colesterol. Que tal substituí-lo por um sanduba de peito de peru e queijo branco, que é mais esbelto do que seu congênere? Experimente. Só é preciso ficar atento ao tamanho do lanche. Ora, uma gigantesca baguete recheada pode fornecer mais calorias e gorduras do que um bauru de porte modesto.
8 Camarão por peixe Convenhamos: frutos do mar não são tão frequentes no prato do brasileiro. Mas vale ficar atento durante aquela viagem à praia para não se abarrotar de camarões. Eles encabeçam o ranking marinho de colesterol - são 152 miligramas da gordura em uma porção de 100 gramas. Ou seja, quase o triplo do que é oferecido pela mesma quantidade de um peixe gordo como o salmão. Esse pescado se sai melhor também por outro motivo: ele é carregado de ômega-3. E uma nova pesquisa da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, revela: o ômega diminui a captação de LDL pela parede das artérias, prevenindo as placas.
9 Picanha por lombo O porco não é mais gordo que o boi nem o boi é mais gordo que o porco. Tudo é uma questão de corte. Há peças bovinas com menos gordura saturada, caso da alcatra e do filé mignon, e há aquelas parrudas, como a picanha e o cupim. O mesmo raciocínio se aplica à carne suína: o lombo é mais magro que o pernil. Mas saiba que há medidas para retalhar o possível malefício de qualquer corte rechonchudo. “Limpe a peça antes de cozinhá-la, retirando toda gordura aparente”, ensina Ana Maria. Até porque, apesar de a gente não ver, altas doses do nutriente já estão emaranhadas na carne.
10 Manteiga por margarina Elas mantêm uma rivalidade histórica e ainda suscitam debates entre os experts. No duelo em prol de artérias saudáveis, porém, a margarina leva certa vantagem, porque não conta com a famigerada gordura de origem animal e o colesterol. Nos últimos anos, a indústria tem acrescentado componentes à sua fórmula para torná-la mais benéfica. Entre eles, destaque para os fitosteróis, que facilitam a expulsão do colesterol pelas fezes. Os produtos enriquecidos com essa substância são indicados a quem já tem colesterol alto”, avisa Ana Maria.
11 Quindim por compota de frutas Os doces costumam ser condenados por carregarem açúcar demais. Quando a discussão envolve colesterol, porém, o açúcar pesa menos do que outro ingrediente comum em quindins, brigadeiros e bolos: a gordura. A manteiga, o creme de leite e outros ingredientes gordurosos que dão consistência aos quitutes levam consigo ácidos graxos saturados, que alavancam as taxas de LDL. Não à toa, os especialistas aconselham trocar esse tipo de sobremesa por opções que, sem perder o sabor adocicado, são desengorduradas. O melhor exemplo são as compotas de frutas. Só não vale, é claro, abusar
12 Suco de laranja pelo de uva Essa é para matar a sede e resguardar o peito. É na casca da uva que está um parceiro do coração, o resveratrol. Ele atua na redução do colesterol e tem efeito antioxidante”, diz a bioquímica Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais. Ao impedir que as partículas de LDL se oxidem, a substância evita indiretamente que elas grudem na parede do vaso. Ao contrário do que muita gente pensa, o resveratrol não é exclusivo do vinho. O suco de uva natural e feito na hora (com casca, por favor!) também o disponibiliza ao organismo.
13 Chá de ervas por chá-mate Não é campanha contra a receita da avó, mas as infusões à base de camomila e afins perdem feio para o mate se o assunto é colesterol. Que o digam cientistas da Universidade Federal de Santa Catarina, que avaliaram as propriedades dessa erva típica do sul do país. Notamos uma queda de 8,5% nos níveis de LDL em voluntários com taxas normais e uma redução extra de 13,5% em pessoas que tomavam remédios para abaixar o colesterol”, conta o farmacêutico Edson Luiz da Silva, que liderou a pesquisa. A proeza vem das saponinas, moléculas presentes no mate.Elas diminuem a absorção do colesterol no intestino, favorecendo sua excreção pelas fezes”, explica.
14 Cebola branca por cebola roxa Essa troca pode ser estendida à alface e ao repolho: prefira sempre o roxo. As hortaliças com essa cor abrigam um pigmento que aplaca o colesterol, a antocianina. Experimentos feitos em animais no nosso laboratório mostraram que ela reduz consideravelmente a concentração da gordura no sangue”, conta a professora Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa. A substância inibe uma enzima que participa da síntese de colesterol no fígado, além de aumentar sua eliminação do organismo.” Morangos e cerejas, saiba, também são reservas de antocianinas.
15 Molho branco pelo de tomate O macarrão é o mais inocente por aqui. Quem incentiva ou não a escalada do colesterol é o molho, sempre. O branco é bem gordo. Em 2 colheres de sopa encontramos 4,5 gramas de gordura. Como o preparo exige creme de leite e queijo, o prato fica cheio de ácidos graxos saturados. Uma bela macarronada ao sugo não guarda esse perigo. Nas mesmas 2 colheres de sopa, há somente 0,1 grama de gordura. Apenas procure usar o molho de tomate feito em casa e evitar a manteiga no momento de refogá-lo”, orienta a nutricionista Ana Maria Lottenberg. E, se possível, opte pela massa integral.
16 Chocolate ao leite pelo amargo O doce de cacau se notabilizou como um amigo do sistema circulatório. Mas não é todo chocolate que, de fato, prova sua amizade às nossas artérias. O tipo que merece respeito é o amargo. Ele possui menos gorduras saturadas que o branco e a versão ao leite”, afirma a nutricionista Vanderlí Marchiori, colaboradora da Associação Paulista de Nutrição. Sem falar que fornece catequinas, substâncias que ajudam a sequestrar o LDL e impedir sua oxidação”, diz. Mas fique atento ao rótulo: amargo de verdade tem mais de 60% de cacau em sua composição
17 Sal por ervas e alho Está em suas mãos uma maneira de preservar os vasos sem deixar a comida ficar insossa: em vez de exagerar no sal, ingrediente que patrocina a hipertensão, use a imaginação e as ervas aromáticas, além de alho. Ele tem compostos capazes de controlar o colesterol”, exemplifica Vanderlí. E ervas como o orégano e o alecrim merecem ser convidadas à cozinha por causa do seu poder de fogo contra a oxidação, um fenômeno que, você já sabe, não poupa o LDL, tornando-o ainda mais danoso para as artérias. Mas essa ação pode minguar quando os ingredientes são expostos a temperaturas elevadas. Procure acrescentá-los nos minutos finais do cozimento.
18 Frango com pele pelo frango sem pele Muita gente pensa que basta despir uma coxa de frango assada no prato para se livrar de um boom de colesterol. Ledo engano. Retirar a pele é, sim, fundamental, mas isso deve ser feito antes de levar a carne ao fogo”, esclarece a nutricionista Cláudia Marcílio, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. Quando submetidos ao calor, a gordura saturada e o colesterol da pele conseguem se dissolver e penetrar na carne”, justifica Ana Maria. Aí,já será tarde demais…
19 Queijo pelo tofu A intenção não é jogar mais pedras sobre o parmesão, o provolone e até o minas, mas abrir espaço ao tofu, que é feito de soja. Ele é uma preciosidade porque concentra o que o grão tem de melhor: proteínas e isoflavonas. A proteína da soja aumenta a atividade de receptores que colocam o LDL para dentro das células e inibe a principal enzima responsável pela produção de colesterol”, explica a nutricionista Nágila Damasceno, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. E as isoflavonas não só potencializam a queda do LDL como evitam sua oxidação.
20 Pipoca de micro-ondas pela de panela Faz toda a diferença investir um tempo a mais para estourar o milho no fogão. É uma forma de controlar a quantidade de gordura no preparo, porque no produto de micro-ondas ela já é fixa”, argumenta a doutora em ciência dos alimentos Maria Cristina Dias Paes, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Sete Lagoas, no interior de Minas Gerais. A versão que ganha na praticidade perde pontos porque carrega ácidos graxos saturados e trans. Na panela, dá para usar um óleo mais saudável, como o de canola”, diz Cristina. Daí, você aproveita as fibras do milho, deixando seu colesterol em paz.
domingo, 2 de maio de 2010
Pode comer a pele do frango: 10 mitos nutricionais detonados
Boa parte das pessoas concorda que a melhor parte do frango frito ou assado é a pele. Mas, por muito tempo a ciência não achava isso – afinal, qualquer fritura faz mal para a saúde, certo?
Errado! Conheça 10 mitos nutricionais que não passam de mitos:
1. Açúcar é ruim para você: a verdade é que açúcar é essencial na cozinha. Afinal, é do açúcar que tiramos nossas energias. Adoçantes naturais, como o mel, são iguais ao açúcar refinado na prática, nosso organismo os processa da mesma forma. Grande parte dos nutricionistas afirmam que o açúcar deve constituir 10% de sua dieta. Por exemplo, se você tem uma dieta de 2000 calorias, 200 devem ser provenientes do açúcar.
2. Comer ovos aumenta o colesterol: o colesterol dos ovos não influencia tanto assim o colesterol de seu organismo. Parece estranho? A confusão vem do uso da palavra “colesterol” que pode descrever duas coisas diferentes. O colesterol “dietário” é o presente em moléculas de alimentos de procedência animal (como os ovos). O outro colesterol é o que entope suas veias. Como seu corpo produz o próprio colesterol dietário, ele não absorve o que está presente nos ovos. O que aumenta seu colesterol são gorduras saturadas e trans – então se você fritar os ovos em um óleo reutilizado pode ter certeza que estará ingerindo um monte de colesterol, mas se os preparar de forma saudável, pode comer ovos sem preocupação.
3. Todas as gorduras saturadas aumentam seu colesterol: gorduras saturadas são ruins, mas nem todas. Há vários tipos de gorduras saturadas e cada tipo reage diferente em seu corpo. O ácido esteriárico, que está presente em cacau, palmito e óleo de coco, não aumenta o nível de colesterol LDL (o colesterol ruim) e aumenta o colesterol HDL (o bom) de seu sangue.
4. O único álcool que faz bem é o encontrado em vinho tinto: na verdade o álcool da cerveja, do licor e de outras bebidas oferecem os mesmos benefícios do vinho tinto. Pesquisas recentes mostram que os antioxidantes são a resposta – o álcool aumenta o colesterol bom, previne entupimento das artérias e, conseqüentemente, problemas cardíacos. Ou seja, bebidas consumidas com muita moderação fazem bem para a saúde.
5. Colocar mais sal nos pratos é ruim: muito sal seria ruim para sua saúde porque seria o mesmo que adicionar sódio à comida. O sódio é um grande problema para pessoas hipertensas. Mas, na verdade, salgar seus pratos pode fazer com que os vegetais fiquem ainda mais nutritivos. O sal faz com que as vitaminas não saiam dos vegetais durante seu cozimento e fiquem no caldo que é jogado fora. Estudos mostram que pouquíssimo sódio é absorvido. Mesmo assim, a parcimônia ainda é recomendada.
6. Frituras sempre são gordurosas: você sabe como o processo de fritura realmente funciona? Quando a comida é jogada no óleo quente a água que está dentro do alimento ferve e vai até a superfície, entrando em contato com o óleo. Assim que a umidade do alimento sai, ela cria uma barreira que impede grande parte do óleo de entrar em contato com o alimento. O pouco óleo que penetra na comida forma aquela casquinha saborosa típica da fritura. O que importa é que a fritura seja feita da forma certa: não deixe o óleo esfriar, ou então o alimento vai ficar ensopado de gordura. Use um termômetro específico, se ajudar. Além disso, após fritar a comida, coloque-a sobre um papel-toalha absorvente que irá sugar o excesso de óleo. Não estamos dizendo que agora as frituras estão liberadas – moderação é necessária, mas você pode se esbaldar de vez em quando.
7. Quanto mais fibras você come, melhor: nem todas as fibras são boas para você. O que importa é de onde elas vêm. Atualmente, a fibra está na moda e você a encontra até mesmo em iogurtes que, originalmente, não vêm com fibra nenhuma. Alguns especialistas duvidam que esse tipo de fibras artificiais seja tão bom quanto o tipo encontrado em alimentos “naturalmente fibrosos”, como frutas e vegetais.
8. Você sempre deve tirar a pele do frango antes de comer: na verdade você pode comer a pele do frango sem maiores preocupações. Apesar do peito de frango – a mais sem graça das fontes de proteína do mundo – estar na moda, quem resiste àquela casca douradinha que derrete na boca? A verdade é que peito de frango é uma carne magra com pele ou não. Pesquisas mostram que 55% da gordura da pele do frango é saudável.
9. Comidas orgânicas são mais nutritivas do que as convencionais: se você compra alimentos orgânicos achando que eles não fazem mal para o meio ambiente, que isso ajuda pequenos proprietários ou então que eles são mais saborosos então não tem problema e você está certo. No entanto nenhum estudo prova que eles são mais nutritivos do que os convencionais – tirando, é claro, o problema dos agrotóxicos.
10. Cozinhar com azeite de oliva faz com que os benefícios do azeite sumam: na verdade o azeite de oliva, assim como seus nutrientes, consegue agüentar o calor. É só não deixar que a substância passe do ponto certo – que seria quando começa a liberar fumaça. [CNN]
Errado! Conheça 10 mitos nutricionais que não passam de mitos:
1. Açúcar é ruim para você: a verdade é que açúcar é essencial na cozinha. Afinal, é do açúcar que tiramos nossas energias. Adoçantes naturais, como o mel, são iguais ao açúcar refinado na prática, nosso organismo os processa da mesma forma. Grande parte dos nutricionistas afirmam que o açúcar deve constituir 10% de sua dieta. Por exemplo, se você tem uma dieta de 2000 calorias, 200 devem ser provenientes do açúcar.
2. Comer ovos aumenta o colesterol: o colesterol dos ovos não influencia tanto assim o colesterol de seu organismo. Parece estranho? A confusão vem do uso da palavra “colesterol” que pode descrever duas coisas diferentes. O colesterol “dietário” é o presente em moléculas de alimentos de procedência animal (como os ovos). O outro colesterol é o que entope suas veias. Como seu corpo produz o próprio colesterol dietário, ele não absorve o que está presente nos ovos. O que aumenta seu colesterol são gorduras saturadas e trans – então se você fritar os ovos em um óleo reutilizado pode ter certeza que estará ingerindo um monte de colesterol, mas se os preparar de forma saudável, pode comer ovos sem preocupação.
3. Todas as gorduras saturadas aumentam seu colesterol: gorduras saturadas são ruins, mas nem todas. Há vários tipos de gorduras saturadas e cada tipo reage diferente em seu corpo. O ácido esteriárico, que está presente em cacau, palmito e óleo de coco, não aumenta o nível de colesterol LDL (o colesterol ruim) e aumenta o colesterol HDL (o bom) de seu sangue.
4. O único álcool que faz bem é o encontrado em vinho tinto: na verdade o álcool da cerveja, do licor e de outras bebidas oferecem os mesmos benefícios do vinho tinto. Pesquisas recentes mostram que os antioxidantes são a resposta – o álcool aumenta o colesterol bom, previne entupimento das artérias e, conseqüentemente, problemas cardíacos. Ou seja, bebidas consumidas com muita moderação fazem bem para a saúde.
5. Colocar mais sal nos pratos é ruim: muito sal seria ruim para sua saúde porque seria o mesmo que adicionar sódio à comida. O sódio é um grande problema para pessoas hipertensas. Mas, na verdade, salgar seus pratos pode fazer com que os vegetais fiquem ainda mais nutritivos. O sal faz com que as vitaminas não saiam dos vegetais durante seu cozimento e fiquem no caldo que é jogado fora. Estudos mostram que pouquíssimo sódio é absorvido. Mesmo assim, a parcimônia ainda é recomendada.
6. Frituras sempre são gordurosas: você sabe como o processo de fritura realmente funciona? Quando a comida é jogada no óleo quente a água que está dentro do alimento ferve e vai até a superfície, entrando em contato com o óleo. Assim que a umidade do alimento sai, ela cria uma barreira que impede grande parte do óleo de entrar em contato com o alimento. O pouco óleo que penetra na comida forma aquela casquinha saborosa típica da fritura. O que importa é que a fritura seja feita da forma certa: não deixe o óleo esfriar, ou então o alimento vai ficar ensopado de gordura. Use um termômetro específico, se ajudar. Além disso, após fritar a comida, coloque-a sobre um papel-toalha absorvente que irá sugar o excesso de óleo. Não estamos dizendo que agora as frituras estão liberadas – moderação é necessária, mas você pode se esbaldar de vez em quando.
7. Quanto mais fibras você come, melhor: nem todas as fibras são boas para você. O que importa é de onde elas vêm. Atualmente, a fibra está na moda e você a encontra até mesmo em iogurtes que, originalmente, não vêm com fibra nenhuma. Alguns especialistas duvidam que esse tipo de fibras artificiais seja tão bom quanto o tipo encontrado em alimentos “naturalmente fibrosos”, como frutas e vegetais.
8. Você sempre deve tirar a pele do frango antes de comer: na verdade você pode comer a pele do frango sem maiores preocupações. Apesar do peito de frango – a mais sem graça das fontes de proteína do mundo – estar na moda, quem resiste àquela casca douradinha que derrete na boca? A verdade é que peito de frango é uma carne magra com pele ou não. Pesquisas mostram que 55% da gordura da pele do frango é saudável.
9. Comidas orgânicas são mais nutritivas do que as convencionais: se você compra alimentos orgânicos achando que eles não fazem mal para o meio ambiente, que isso ajuda pequenos proprietários ou então que eles são mais saborosos então não tem problema e você está certo. No entanto nenhum estudo prova que eles são mais nutritivos do que os convencionais – tirando, é claro, o problema dos agrotóxicos.
10. Cozinhar com azeite de oliva faz com que os benefícios do azeite sumam: na verdade o azeite de oliva, assim como seus nutrientes, consegue agüentar o calor. É só não deixar que a substância passe do ponto certo – que seria quando começa a liberar fumaça. [CNN]
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