Através da compreensão, adquirida pelo conhecimento de suas escolhas precedentes, em outras vidas, você encontrará finalmente as explicações para determinadas posturas, decisões e preferências atuais.Além de se identificar com algumas repetições e rejeições, relativas ao seu antigo padrão de comportamento. Este conhecimento ajudará você promover as eventuais necessidades de ajuste ao seu perfil, além de estimular o reconhecimento, e posterior aproveitamento, dos potenciais herdados.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
O ESSENCIAL DA VIDA - Ricardo Gondim
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói até o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, sobre assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres, orgulho, e mentiras de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturas.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: 'As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, sabe que é melhor acertar, mas se errar, admite e tenta consertar.
Não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade. Pessoas que amam e respeitam seus semelhantes.
O essencial faz a vida valer a pena. E, para mim, basta o essencial!
terça-feira, 10 de agosto de 2010
QUARTO DE EMPREGADA - Silvio Amorim
Ainda não vi um estudo sociológico, mais profundo, nos dias atuais,sobre o papel da empregada doméstica na formação da família brasileira.
Essas mulheres, independentemente do grau de instrução, exercem uma grande influência nas patroas, patrões e filhos, normalmente alheios à importância dessa personagem central na vida familiar.
São dínamos silenciosos dos quais eles somente sentem falta quando param. Trazem uma
carga de experiência de vida, em geral, de muita luta e sacrifícios, diversa da realidade dos seus patrões.
Elas se afastam durante o dia ou por vários dias, de suas famílias, dos seus filhos, não tendo em suas casas quem as substituam, para cuidarem das famílias e dos filhos dos outros com toda dedicação e carinho. Em sua maioria, minimizam o banzo com eles.
Apesar da importância social e econômica da atividade, ora por abrigar mão de obra, ora por liberar os patrões para o mercado de trabalho, o tratamento dado a essas profissionais ainda tem resquícios da senzala, como registrou Gilberto Freyre em tempos idos, ao tratar das mucamas e amas de leite.
Identifico o quarto de empregada como o sinal mais evidente do tempo dos grilhões. Com raríssimas exceções, em geral esse quarto é minúsculo, muito diferente dos outros cômodos de dormir da residência. Por que?
Como as prefeituras aprovam construções com um cômodo denominado nas plantas "dependência de empregada" em condições subumanas? Algumas plantas de apartamentos, expostas para a venda ainda acrescentam "dependências completas". Completa é a alienação e explicita a discriminação com a atividade e com suas profissionais.
Após realização de pesquisa na área identifiquei como recomendado para um mínimo de conforto nos cômodos previstos para dormitórios, as seguintes medidas mínimas: 2,50 m x 3 m para um padrão popular 3 m x 3 m para um padrão baixo, 3 m x 3,50 m para um padrão médio e 3,50 m x 4 m para um padrão alto. Constatei que, normalmente as medidas dos quartos de empregadas estão distantes do recomendado para o padrão popular.
Não satisfeitas com o latifúndio doméstico, em geral as patroas ainda descarregam tudo aquilo que não querem ver, mas não querem descartar,adivinhem onde? No quarto da "Maria". Aquela louça, cheia de pedaços tirados, que era da mamãe: "Bota no quarto da Maria". A primeira bicicleta do Júnior, que relíquia: "Pendura no teto do quarto de Maria".
O pneu meia-vida, do carro de Paulo: "Encaixa debaixo da cama do quarto de Maria."
Enquanto o poder público não conseguir evitar a aprovação de construções com tais abusos e na impossibilidade de se ampliar o quarto da empregada, pode-se chamar um arquiteto, decorador ou desenhista e com imaginação e boa vontade tentar equacionar e racionalizar "a parte que lhe cabe neste latifúndio".
Quanto às quinquilharias da patroa, sugiro mandar parte para a casa da sogra, sempre com espaço e coração abertos, mas que ela não vá guardar também no quarto de sua "Maria".
» Silvio Amorim é advogado, foi diretor da Rede Federal de EducaçãoTecnológica do Ministério da Educação-MEC
sábado, 7 de agosto de 2010
Dois milhões de "Espíritos Franceses" reencarnaram no Brasil.
- Divaldo, Deus te abençoe. É tão difícil entender que no Brasil, sendo a “Pátria do Evangelho”, ainda existam tantas pessoas que não amam o próximo. Por quê?
- Porque não são Espíritos do Brasil. Vêm de outras pátrias, de outras raças. Não são almas brasileiras. Vêm para cá, porque, se ficassem nos seus países de origem, os sentimentos de rancor e ressentimentos torna-los-iam mais desventurados.
Após a Revolução Francesa de 1789, quando a França se libertou da Casa dos Bourbons, os grandes filósofos da libertação sonharam com os direitos do homem, direitos que foram inscritos nos códigos de justiça em 1791 e que, até hoje, ainda não são respeitados, embora em 1947, no mês de dezembro, a ONU voltasse a reconhecê-los. Depois daquele movimento libertário, o que aconteceu com os franceses? Os dois partidos engalfinharam-se nas paixões sórdidas e políticas e como conseqüência, os grandes filósofos cederam lugar aos grandes fanáticos, e a França experimentou os dias de terror, quando a guilhotina, arma criada por José Guilhotin, chegava a matar mais de mil pessoas por dia. Esses Espíritos saíam desesperados do corpo e ficavam na psicosfera da França buscando vingança.
Começa o século XIX e é programada a chegada de Allan Kardec. O grande missionário vai reencarnar na França, porque a mensagem de que é portador deverá enfrentar o cepticismo das Academias na Cidade-Luz da Europa e do mundo e, naquele momento, Cristo havia designado que o Espiritismo nasceria na França, mas seria transplantado para um país onde não houvesse carmas coletivos, e esse país, por enquanto, seria o Brasil.
São Luis, o guia espiritual da França , cedeu que a terra gaulesa recebesse Allan Kardec, mas “negociou” com Ismael, o guia espiritual do Brasil: “Já que a mensagem de libertação vai ser levada para a Terra do Cruzeiro, a França pede que muitos Espíritos atribulados da Revolução reencarnem no Brasil, pois, se reencarnarem aqui impedirão o processo da paz”. E dois milhões de franceses vieram reencarnar no Brasil, para que, quando chegasse a mensagem espírita, culturalmente se identificassem com o chamado método cartesiano de Allan Kardec. (sem grifos).
Naturalmente, esses Espíritos eram atribulados, perturbados, com ressentimentos, com mágoas. Se nós considerarmos que os Espíritos brasileiros são os índios, que a maioria de nós é constituída por Espíritos comprometidos na Eurásia, e que estamos aqui de passagem, longe dos fenômenos cármicos para nos depurarmos, compreenderemos porque muitos brasileiros do momento ainda não amam esta grande nação. E o primeiro sentimento que têm quando, ao invés de investir em fortunas, honesta ou desonestamente amealhadas no solo brasileiro, eles as mandam para os países estrangeiros. Não confiam no Brasil, porque são “de lá”. Mandam para lá porque, morrendo aqui, o dinheiro fica lá para poderem “pagar” o carma negativo que lá deixaram. Os chamados “paraísos fiscais” são também lugares de alguns de nós que aqui nos encontramos, mas apesar de ainda não termos o sentimento do amor, já temos alguma luz.
Viajando pelo mundo, onde tenho encontrado brasileiros espíritas, descubro uma célula espírita. Começa-se com um estudo do Evangelho no lar, depois chama-se os amigos, os vizinhos, forma-se um grupo e, hoje, na Europa. 90% dos grupos espíritas são criados por brasileiros. Com exceção de Portugal, Espanha e um pouquinho da França, o movimento é todo de brasileiros e latinos acendendo as labaredas do Evangelho de Jesus. Não há pouco tempo, brasileiros na Holanda encontraram as obras de Kardec traduzidas para o holandês, brasileiros na Suíça revisaram O Evangelho segundo o Espiritismo e se está tentando publicar as obras de Kardec, agora em alemão. Brasileiros na América do Norte retraduziram O Livro dos Espíritos e O Evangelho, que o foi por um protestante, que substituiu a palavra reencarnação por ressurreição. Brasileiros em Londres, com alguns ingleses, já formam oito grupos espíritas e seria fastidioso se fosse enumerando na Ásia, na África...
Certa feita, recebi um telefonema de uma cidade asiática. Tratava-se de uma consulesa do Brasil que me dizia o seguinte: “Eu estou no outro lado do mundo, sou espírita, tenho três filhos rapazes – um de 10, um de 14 e outro de 18 anos. Tenho-lhes ensinado o Espiritismo, mas o meu filho mais velho está na Universidade e me faz perguntas muito embaraçosas; aqui eu não tenho acesso a maiores instruções. Queria convidá-lo a vir aqui dar umas aulas de Espiritismo ao meu filho. Você viria?” Eu respondi-lhe: - Sim, senhora, com a condição de conseguir-se espaço para eu falar em auditório publico sobre o Espiritismo: - O marido era o representante dos negócios do Brasil no país. – Se a senhora aceitar a condição, ficaria alguns dias para debater com os seus meninos. Como não falo inglês, seu filho será o meu intérprete.
E assim, fiz a longa viagem de 36 horas com escalas e lá, naturalmente, ela me disse: “Mas, Divaldo, onde vamos ter esse encontro?” Eu lhe respondi: “Tive uma entrevista com o Baghavan Swami Sai Baba, e sei que essa é uma cidade em que há um grande movimento Babista e, se a senhora conseguir um grupo Sai Baba eu me prontifico a fazer uma conferência ali”.
Encontramos o representante de Sai Baba para a Ásia e ele ficou muito feliz porque Swami havia-me recebido. Ele reuniu mil pessoas para que eu falasse sobre o Espiritismo. Fiquei até com pena dele! E pensei: “Vou arrastar toda a turma de Sai Baba para o Sr. Allan Kardec” (risos...)
Então, fiz a palestra, falei sobre Allan Kardec, sobre as comunicações, ele ficou tão sensibilizado, que me perguntou se eu teria coragem de ir a Cingapura para fazer a mesma coisa. Eu lhe respondi: - O senhor me mandando até o CingaInferno eu irei para falar sobre o Espiritismo. Fui a Cingapura e fiz uma viagem pela Ásia e, onde havia brasileiros, lá estavam eles...
A missão do Brasil, “Pátria do Evangelho e Coração do Mundo” não é a de sermos todos ricos, maravilhosamente ricos; é a de sermos maravilhosamente espiritualizados, sem nenhum demérito para os outros países, que são todos amados por Deus e por Jesus em igualdade de condição. Aqui entra o nacionalismo, para ver se a gente ama um pouquinho mais este país que está passando uma fase de grande desprestígio. Deus só tem ajudado no Tênis! Que Ele tenha compaixão de nós e nos ajude também no Futebol e noutra coisa qualquer! (risos...)
Nós somos as cartas vivas do Evangelho. Jesus escreveu em nossa alma a Sua mensagem. Onde quer que vamos, que brilhe a nossa luz; mas, para que ela brilhe, é necessário que a acendamos, e o combustível dessa luz é a fraternidade. Assim, todos saberão que estamos ligados a Ele, graças à presença dos bons Espíritos, que aqui estão conosco, e sempre se encontram a qualquer hora. Como disse kardec, com muita propriedade, todos têm seu Guia espiritual que os inspira; dessa forma, todos são médiuns, estão sintonizados com esses.
Concluirei com uma pequena narrativa, sobre um homem que era muito ignorante, muito modesto, muito pobre. Todo dia ele entrava na igreja, próximo ao horário de fechar as portas; ajoelhava-se diante do altar-mor, ficava dois minutos e saía. O sacerdote, que cuidava da igreja, ficou muito intrigado, e achou que ele estava observando algo para furtar ou para roubar,passando a ficar mais vigilante. Mas, ele chegava, ajoelhava-se, dobrava-se, balbuciava algo e ia-se embora. Um dia, o sacerdote não suportou mais e perguntou: “O que é que você vem fazer aqui, um miserável como é? Por que não vem à missa? Só vem na hora em que a igreja vai ser fechada?” Ele respondeu: “É porque eu sou muito pobre.” O sacerdote continuou: - “E por que vai ao altar-mor. Como se atreve?” Ele respondeu: - “Pois é, quando a igreja vai fechar, eu entro correndo e digo: Jesus, eu estou aqui. Se precisar, é só chamar! E vou embora”. O sacerdote achou aquilo intrigante.
Anos depois, aquele mendigo adoeceu e foi levado para uma casa de emergência, de caridade. Quando, um dia, a enfermeira foi colocar o seu alimento sobre uma cadeira, ao lado da cama, ele pediu: - “Oh, por favor, não bote aí!” A jovem perguntou: - “Por que não?” E o homem respondeu: - “Porque essa cadeira de vez em quando, fica ocupada.” Ele deveria estar delirando, a enfermeira pensou, e respeitou-o. Começou a notas que todo dia, um pouco antes das 18 horas, o rosto dele se iluminava! Ele sorria e dizia: - “Muito obrigado! Muito obrigado!” Ela achava que era delírio mas, como ele era perfeitamente saudável da mente, num desses dias, quando terminou de agradecer, ela indagou: - “Não repare, mas o que você está agradecendo?” Ele esclareceu: - “É a uma visita que chega todo dia cinco para as seis.” Ela continuou: - “Que visita é essa?” - É Jesus. Ele sempre vem e diz-me: - “Olhe, estou aqui. Se precisar de mim é só chamar!...”
Se precisarmos de Jesus, é só chamarmos! (XIF-2001)
Texto Extraído do livro: APRENDENDO COM DIVALDO. Entrevistas / Divaldo Pereira Franco: São Gonçalo, RJ: Organizado pela SEJA, Editora e Distribuidora de Livros Espíritas, 2002, p. 69-74.
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010
HOMENS E ANIMAIS: Uma estória de Amor e Evolução
Nosso amor por criaturinhas peludas pode ter influenciado a evolução humana, tanto na forma como nossos ancestrais desenvolveram a linguagem quanto sobre outras ferramentas da civilização.
Essa conexão com os animais fez com que os humanos aprendessem a cuidar de criaturas diferentes deles mesmos, como explica a paleontóloga Pat Shipman, da Universidade de Penn State. “A conexão animal percorre toda a história humana e se conecta a outros grandes saltos evolutivos, incluindo a criação de ferramentas de pedra, a linguagem e a domesticação”, exemplifica Shipman.
Esse relacionamento com os bichos também foi útil quando o homem aprendeu a aproveitar os animais como ferramentas e não apenas como alimento ou companheiros. Isso permitiu que as pessoas utilizassem as vantagens evolutivas de cães, gatos, cavalos e outros animais para si.
A peculiar tendência dos humanos ainda persiste nas sociedades modernas. Em muitos países, as pessoas, hoje em dia, têm mais animais de estimação do que filhos.
“Você vê as pessoas sem-teto nas ruas com animais de estimação. Até mesmo pessoas em circunstâncias terríveis tendem a manter animais de estimação”, diz Shipman.
Os seres humanos podem ter começado a aperfeiçoar a ligação com os animais depois de terem passado, historicamente, de presas a caçadores. Essa mudança se deu a partir do desenvolvimento de ferramentas e armas para se defender, a partir de cerca de 2,6 milhões de anos atrás.
Em seguida, a necessidade de comunicar esse conhecimento sobre o comportamento de presas e predadores impulsionou o desenvolvimento de símbolos e linguagem, há quase 200 mil anos atrás, sugere Shipman. Para comprovar, Shipman cita as representações simbólicas de pinturas rupestres pré-históricos e outros trabalhos artísticos, que muitas vezes apresentam animais em uma boa quantidade de detalhes. Por outro lado, faltavam informações cruciais de sobrevivência como onde encontrar plantas alimentares e fontes de água ou como fazer fogos e abrigo.
O terceiro grande salto evolutivo ocorreu por volta de 40.000 anos atrás, quando os humanos começaram a domesticar os animais. A razão para isso, porém, não se restringe à simples obtenção de comida. “É preciso muito tempo para domesticar animais”, conta Shipman. “Fazer isso para conseguir comida é pura perda de tempo”.
Animais de estimação também fornecem leite de vaca para sustentar os bebês e adultos, bem como pele e lã para a confecção de vestuário. Eles também revolucionaram o transporte de cargas e do próprio ser humano.
Da próxima vez que você afagar seu cachorro ou encontrar uma vaca na fazenda, agradeça-os. Eles nos ajudaram, e muito, na nossa evolução, para chegarmos onde estamos.
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ESTAMOS APAIXONADOS? Marcial Salaverry
São alguns sinais que indicam que alguma alteração está ocorrendo com nosso interior, e que indicam que estamos nos sentindo perigosamente atraídos por um certo alguém.
Resta saber como identificar tais sinais de alerta. Por exemplo, pode ser numa troca de olhares, ou mesmo ao ouvir uma determinada voz, ou eventualmente ao ler algo escrito, parece que o coração sofre uma espécie de baque. Na realidade é o cérebro agindo, e querendo nos mostrar esse detalhe. Podemos estar nos apaixonando, mesmo sem saber.
Principalmente se começarmos a notar que nossa presença começa a produzir o mesmo efeito na mesma pessoa cujo impacto sofremos. Como se fosse aquele encontro tramado pelo destino no dia de nosso nascimento.
E quando o contato físico produz como que um choque, passando uma corrente elétrica, ligando-nos como plug e tomada. Ou então quando nossos pensamentos começarem a se direcionar para esse alguém, sendo mais significativo se o primeiro e o último tiverem esse direcionamento. Podemos estar nos apaixonando. Irremediavelmente.
E poderemos dar razão ao querido poeta Carlos Drumonnd de Andrade, quando disse que : "Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Algo do céu te mandou um presente divino : O AMOR." Sábias por demais essas palavras. Realmente o Amor pode ser considerado um presente divino.
Infelizmente nem todos sabem detecta-lo. Nem todos sabem vive-lo.
Precisamos entender que cada amor tem uma característica diferente do outro, como cada pessoa tem sua personalidade.
E o amor verdadeiro, autêntico, nada mais é do que uma simbiose de almas, pois é preciso haver um afinamento entre ambas. É não ter medo nem vergonha de pedir perdão quando errar, pois ninguém é perfeito. Igualmente é preciso saber perdoar. É preciso entender e aceitar as imperfeições de quem estamos amando, para que igualmente sejamos entendidos e aceitos.
Saber entender a alegria e a tristeza, e saber compartilhar. Saber dividir. É importante a reciprocidade de sentimentos e atitudes.
Amar é se comunicar pelo pensamento. É sentir a presença ausente. É aquele olhar para o lado, e “ver” a pessoa amada, mesmo que ela esteja na lua. É sempre acha-la a criatura mais linda do mundo, mesmo que esteja toda desgrenhada após uma faxina, ou que sua dentadura esteja no copo, e mesmo assim seu sorriso seja radioso. Podemos estar nos apaixonando, ou melhor, estamos amando total e irremediavelmente, pois não conseguimos sequer imaginar nosso futuro sem esse alguém ao nosso lado, mesmo que esteja a quilômetros de distancia, mas conseguimos senti-lo ao nosso lado..
Precisamos, simplesmente conseguir “ver” e sentir essas coisas acontecendo, e deixar que aconteçam, para que esse amor que estamos encontrando permaneça conosco. Quando o amor surge, não devemos deixa-lo fugir de dentro de nós. É a melhor coisa que pode acontecer em nossa vida, pois sempre iluminará nossa existência. Mesmo que não seja possível vive-lo em total plenitude, seja por quais circunstâncias forem.
Mas pelo menos deixa-lo fluir. Permitir que exista em nosso coração, pois ele se sentirá mais vivo o agasalhando. É não permitir que circunstâncias fortuitas ou sentimentos mesquinhos possam matar ou minimiza-lo.
http://www.prosaepoesia.com.br/
http://www.nossosduetos.maricibross.com/
INSÔNIA - Karen Bishop
Tendo problemas para dormir? Parece que você está acordado a noite toda, ou talvez você realmente não pode se lembrar se você dormiu ou não? Você esta acordando na mesma hora da noite ou no início da manhã, e não consegue voltar a dormir? Você acha que, mesmo que você está morto de cansaço, ou teve pouco sono na noite anterior, não parece fazer a diferença, você ainda fica ali desperto pelo o que parece ser para sempre?
A insônia ocorre quando precisamos de uma ruptura de ser nos reinos mais elevados, ou outras dimensões que o ato de dormir acessa. Precisamos estar de volta no plano da terra ! Portanto, não importa o que fazemos, nós somos incapazes ou "não nos é permitido" o acesso a dimensões mais elevadas por um tempo, durante o sono.
Um dos sintomas mais comuns do processo de ascensão, insônia, parece afetar a maioria das pessoas. E é um tipo estranho de essa insônia. Ela começa despertando entre 2h e 4h cada noite por um tempo. Em seguida, irá diminuir. Pode voltar de novo e, eventualmente, se desperta em torno das 5h. Isto pode continuar por várias semanas e depois voltar. Uma vez que você acorda, você não pode voltar a dormir. Graças a Deus a processo de ascensão também tem fases de sono profundo de coxilos!
Insônia nos obriga a permanecer no plano terrestre. Nós não conseguimos ir a lugar algum. Não podemos ir longe ou profundo em outras realidades, por algum tempo. Quando não conseguimos dormir, temos que estar aqui. Através da ascensão, nos integramos muito, e estamos agora em uma vibração mais elevada . Tornar-se envolvido, e permitindo que a nossa energia e presença resida em uma nova e superior realidade de vibração, contribui com a integração de um Novo Mundo, e a realidade . Nossa presença torna mais real e sólida enquanto estamos contribuindo para a nossa Nova vibração .
Muitas vezes fazemos um monte de nossa mudança e liberação, enquanto no estado de sonho à noite. Muito pode acontecer em relação ao nosso crescimento vibracional e espiritual, quando estamos dormindo. Durante a ascensão, muita coisa está ocorrendo para nós, neste sentido. Estamos mudando muito e expandindo em consciência. Portanto, às vezes precisamos de uma pausa. Precisamos estar no Novo espaço que estamos nos adaptando e tornando-se nós mesmos.
Quando eu passo por períodos de insônia, me sinto muito aqui. Parece haver uma grande quantidade de energia em movimento e um monte de energia presente. Eu normalmente não sinto que estou em muito um estado de repouso, apenas muito presente e alerta . Pode ser irritante durante estes tempos, porque não importa o que nós fazemos, nós simplesmente não consiguimos dormir. A vontade de dormir e descansar e ficar frustrado pode tornar as coisas piores. Não há absolutamente nada que possamos fazer para contornar esse processo. Evidentemente, é necessário. Se você é movido a tomar soníferos ou ervas, você pode ser capaz de dormir por períodos muito breves, mas você ainda acorda muitas vezes. É melhor aceitar esse processo por o que ele é, e simplesmente se levantar e ler ou algo assim, até que seja hora de dormir novamente. Este tempo de não dormir normalmente dura várias horas por noite. Eu tenho alguns conhecidos que utilizaram esse tempo para ter momentos íntimos, e agora estão ansiosos pela a insónia!
Se você escolheu essa página, saiba que a insônia é uma parte necessária do processo de ascensão. Ninguém está a castigar-nos, fazendo-nos infelizes por sermos privados do sono. Na verdade, estamos a ser apoiados e protegidos enquanto nós atravessamos o processo e recebemos e experimentamos o que o nosso corpo necessita . Então pegue um bom livro ou assista um filme antigo por um tempo, até que seja hora de voltar para a cama, e desfrute deste momento tanto enquanto você puder. "
"O Companheiro da Ascensão" Karen Bishop
Traduzido por: Dioneia Demeneghi Alves
A insônia ocorre quando precisamos de uma ruptura de ser nos reinos mais elevados, ou outras dimensões que o ato de dormir acessa. Precisamos estar de volta no plano da terra ! Portanto, não importa o que fazemos, nós somos incapazes ou "não nos é permitido" o acesso a dimensões mais elevadas por um tempo, durante o sono.
Um dos sintomas mais comuns do processo de ascensão, insônia, parece afetar a maioria das pessoas. E é um tipo estranho de essa insônia. Ela começa despertando entre 2h e 4h cada noite por um tempo. Em seguida, irá diminuir. Pode voltar de novo e, eventualmente, se desperta em torno das 5h. Isto pode continuar por várias semanas e depois voltar. Uma vez que você acorda, você não pode voltar a dormir. Graças a Deus a processo de ascensão também tem fases de sono profundo de coxilos!
Insônia nos obriga a permanecer no plano terrestre. Nós não conseguimos ir a lugar algum. Não podemos ir longe ou profundo em outras realidades, por algum tempo. Quando não conseguimos dormir, temos que estar aqui. Através da ascensão, nos integramos muito, e estamos agora em uma vibração mais elevada . Tornar-se envolvido, e permitindo que a nossa energia e presença resida em uma nova e superior realidade de vibração, contribui com a integração de um Novo Mundo, e a realidade . Nossa presença torna mais real e sólida enquanto estamos contribuindo para a nossa Nova vibração .
Muitas vezes fazemos um monte de nossa mudança e liberação, enquanto no estado de sonho à noite. Muito pode acontecer em relação ao nosso crescimento vibracional e espiritual, quando estamos dormindo. Durante a ascensão, muita coisa está ocorrendo para nós, neste sentido. Estamos mudando muito e expandindo em consciência. Portanto, às vezes precisamos de uma pausa. Precisamos estar no Novo espaço que estamos nos adaptando e tornando-se nós mesmos.
Quando eu passo por períodos de insônia, me sinto muito aqui. Parece haver uma grande quantidade de energia em movimento e um monte de energia presente. Eu normalmente não sinto que estou em muito um estado de repouso, apenas muito presente e alerta . Pode ser irritante durante estes tempos, porque não importa o que nós fazemos, nós simplesmente não consiguimos dormir. A vontade de dormir e descansar e ficar frustrado pode tornar as coisas piores. Não há absolutamente nada que possamos fazer para contornar esse processo. Evidentemente, é necessário. Se você é movido a tomar soníferos ou ervas, você pode ser capaz de dormir por períodos muito breves, mas você ainda acorda muitas vezes. É melhor aceitar esse processo por o que ele é, e simplesmente se levantar e ler ou algo assim, até que seja hora de dormir novamente. Este tempo de não dormir normalmente dura várias horas por noite. Eu tenho alguns conhecidos que utilizaram esse tempo para ter momentos íntimos, e agora estão ansiosos pela a insónia!
Se você escolheu essa página, saiba que a insônia é uma parte necessária do processo de ascensão. Ninguém está a castigar-nos, fazendo-nos infelizes por sermos privados do sono. Na verdade, estamos a ser apoiados e protegidos enquanto nós atravessamos o processo e recebemos e experimentamos o que o nosso corpo necessita . Então pegue um bom livro ou assista um filme antigo por um tempo, até que seja hora de voltar para a cama, e desfrute deste momento tanto enquanto você puder. "
"O Companheiro da Ascensão" Karen Bishop
Traduzido por: Dioneia Demeneghi Alves
ORAI E VIGIAI...
O equilíbrio para seus assuntos cármicos dependerá,
- do tempo, para se viver a nova experiência (maturidade),
e
- do proveito tirado dessas experiências/aprendizado (consciência)
Podendo, assim, alcançar a harmonização entre,
- o lado dívida/repetição (seus carmas de comissão, seus excessos anteriores), e
- o lado escolhas pessoais/livre arbítrio (seus carmas de omissão, suas ausências e abstinências anteriores)
Chegando, enfim, à realização do seu propósito atual (dharma).

http://www.youtube.com/watch?v=S6Bnr5OhYBE&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=Mx6Qso1Ehqg&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=S6Bnr5OhYBE&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=Mx6Qso1Ehqg&feature=related
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